Novo Guia Alimentar para a População Brasileira – 2014 oferece informações atualizadas para prevenção das DCNT

Foi lançada no dia 5 de novembro a segunda versão da nova edição do Guia Alimentar par a População Brasileira, elaborada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo e com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Brasil. O processo de aperfeiçoamento deste documento, cuja primeira edição foi lançada em 2006, se deu em cinco etapas, sendo a última delas a consulta pública, com a participação de profissionais da área da saúde, ensino e indústria, Conselhos Regionais e Federais de Nutricionistas (CRN e CFN), Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgãos públicos, entre outros.

guia alimentar

O Guia baseia-se em informações e recomendações atuais sobre alimentação e nutrição, com o objetivo de “promover a saúde de pessoas, famílias e comunidades e da sociedade brasileira como um todo, hoje e no futuro”. Dentre as mudanças em relação à última versão do documento, ressalta-se a nova denominação de “alimentos ultraprocessados e minimamente processados”, a qual ganhou grande espaço na discussão de escolhas alimentares saudáveis. Houve também a inclusão dos Dez Passos para uma Alimentação Adequada e Saudável”, que resumem as recomendações do Guia: 

  1. Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação;
  2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias;
  3. Limitar o consumo de alimentos processados;
  4. Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados;
  5. Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia; 
  6. Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados; 
  7. Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias;
  8. Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece;
  9. Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora; e
  10. Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Boa leitura!

 

Por Laís Amaral Mais e Sarah Warkentin

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